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Anastasia na ACMinas: “Descentralização e simplicidade na ação governamental”

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O senador Antonio Anastasia, pré-candidato ao governo de Minas, apresentou em encontro com empresários realizado nesta quinta feira, na ACMinas, os projetos que, se eleito, implementará em sua gestão. Foi saudado pelo presidente da entidade, Lindolfo Paoliello, que enfatizou a emergência de soluções para reverter a atual situação econômica, financeira, social, política e de segurança pública do Estado, cuja administração tem sido incapaz de atender às demandas de sua população.

Também cumprimentado pelo presidente do Conselho Empresarial de Assuntos Jurídicos da ACMinas, João Café Novais, que conduziu o debate, Anastasia falou sobre os problemas  urgentes que precisam ser atendidos, como o de honrar o pagamento dos servidores públicos estaduais, hoje com seus salários sendo sistematicamente atrasados e pagos em parcelas. “Tem que haver esforço e empenho para que o governo resolva problemas como este", afirmou.  "Faremos isso sem dinheiro, não há solução, vamos tirar leite de pedra, mas é possível resolvê-lo,  ainda que em etapas. Nos primeiros meses de minha gestão, que será inovadora e ousada, faremos investimentos que não custarão um centavo sequer, usando a criatividade e a inovação. Vamos mudar tudo com o apoio da sociedade".

O senador disse ainda que sua campanha não será uma campanha de promessas, mas uma campanha em que buscaremos o básico. “Isto não existe hoje, e honrar o funcionário público é um exemplo disso. Devemos visar à descentralização, à simplicidade. A necessidade deve ser a coluna vertebral da ação governamental. O poder público deve ser austero, ter a austeridade que trará uma mudança drástica na estrutura pública. Ela será o princípio fundamental para a recuperação do serviço público".

Entre outros tópicos que abordou, Anastasia citou a saúde entre as mais importantes. “Se fizermos uma pesquisa eleitoral”, previu, “a saúde será a questão mais demandada pelos cidadãos, vindo, logo em seguida, a da segurança pública, que se tornou um pesadelo. Tornou-se um pesadelo porque as pessoas perderam aquilo que eu chamo de sensação subjetiva de segurança: não adianta a estatística dizer que esta ou aquela regiões são tranquilas. As pessoas estão apavoradas, e este é o sentimento geral. Há ausência de inteligência na segurança pública, não se vê policiais na rua. Quem poderia imaginar que Minas Gerais teria um PCC?"

 

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