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Mercado reduz para 3,42% a estimativa para a inflação de 2019

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Leonardo Faria Lima – Economista ACMinas 


O mercado financeiro prevê que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) findará 2019 com alta de 3,42% - redução de 0,01 ponto percentual perante a projeção anterior (3,43%). Para 2020, a perspectiva passou de 3,79% para 3,78%.

O IPCA é o índice oficial da inflação brasileira, e o percentual estimado para 2019 está abaixo da meta estruturada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), 4,25% com margem de tolerância de 1,5 pontos percentuais para cima ou baixo (2,75% e 5,75%). 


                    


Crescimento econômico

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2019 a projeção foi mantida em 0,87%. Também não houve mudanças na estimativa estipulada para 2020 (2,00%).

É relevante explicitar que o PIB representa a soma de todos os bens e serviços finais produzidos no país, em um determinado período. No segundo trimestre de 2019, o PIB apresentou evolução de 0,42% sobre o primeiro trimestre.


Taxa Selic 

A Selic é o principal instrumento da política monetária do país, por meio da sua instrumentalização o Banco Central é capaz de reduzir ou aumentar a liquidez da economia.  

A projeção para a taxa Selic permaneceu em 4,75% ao ano. Se o referido percentual for concretizado no final de 2019, a Selic renovará seu recorde no âmbito da série histórica do Banco Central.  

Para 2020, as principais instituições financeiras do país anteveem que a taxa básica de juros alcançará o patamar de 5,00% ao ano. A eventual elevação da Selic está em consonância com a perspectiva de crescimento econômico para o ano. 


                                             

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