Capitalismo consciente: novas práticas para continuar crescendo

A maneira de se fazer as coisas estão em constante desenvolvimento e a nossa forma de nos relacionarmos economicamente não está fora disso. O sistema capitalista passa por uma crise de valores, confiança e, por fim, financeira. Com isto em vista, os pesquisadores Raj Sisodia, Jaf Shereth e David Wolf desenvolveram a tese do “Capitalismo Consciente”. Mas o que isso afinal significa?

O capitalismo consciente não é nada mais que uma alternativa para condução dos negócios que já vem sendo adotado por grandes companhias ao redor de todo o mundo. A prática consiste em uma economia guiada por propósito, empresas que buscam um conjunto de valores que vá além do lucro pelo lucro, mas sim o lucro como consequência de práticas mais responsáveis, num processo em que se investe no crescimento social e inclusivo da sociedade, visando a atingir metas mais amplas de maneira mais justa e equilibrada.

A credibilidade das instituições, sejma elas públicas ou privadas, nunca esteve tão em baixa. Pensar uma nova forma de se reestabelecer o equilíbrio econômico tornou-se fundamental. Nunca antes a sociedade teve tanto acesso a informação quanto nos dias atuais. Mas o que está sendo feito com todo esse conteúdo que está disponível? Estamos realmente direcionando-o para o aprimoramento da nossa sociedade e manutenção da nossa forma de vida?

O capitalismo consciente surge em um momento em que pensar de forma sustentável e socialmente inclusiva é a alternativa para reestabelecer o vínculo das instituições com a sociedade, deixando para trás o pensamento de uma economia predatória.

Para que se concretize uma cultura de capitalismo consciente é necessário que todos os stakeholders – clientes, colaboradores, fornecedores e comunidades em que operam – estejam alinhados com o propósito da empresa. Para se estabelecer uma nova cultura é necessária uma forte liderança. Os empresários devem ter o objetivo de ajudar outras pessoas e passar isto para toda a cadeia envolvida.,O lucro é consequência.

Empresas que aderem ao Capitalismo Consciente

BMA – Barbosa Mussnich Aragão

Experiência, agilidade e inovação: três competências que marcam o BMA. A expertise nas mais variadas áreas do Direito oferece soluções criativas às demandas de seus clientes nacionais e internacionais e garante segurança a suas atividades. No contexto dos desafios que a sociedade brasileira apresenta, a empresa reconhece seu papel de trabalhar pela inclusão e pela diversidade. A igualdade de raça, gênero e orientação sexual, o respeito a todas as religiões e o acolhimento de portadores de deficiências estão na ordem do dia da companhia. A capacitação e o bem-estar dos profissionais impõem-se como uma ferramenta para garantir a excelência de seus serviços, mantendo o compromisso com o futuro do planeta e a certeza de que o trabalho voluntário faz a diferença.

Reserva

A marca de roupas Reserva, por meio da linha AHLMA, desenvolve coleções próprias e colaborações feitas 100% no Brasil, com matéria prima livre de origem animal, utilizando tecidos recuperados, reciclados ou certificados. E assume o seu compromisso contra o desperdício ao não distribuir sacolas plásticas. As compras online sem papéis de seda ou outros descartáveis priorizando produtos biodegradáveis.

Sapore

Fundada em 1992 por Daniel Mendez, a Sapore se tornou a primeira multinacional genuinamente brasileira de restaurantes corporativos. A empresa nasceu a partir de uma grande lacuna do mercado e da determinação em fazer diferente, sempre, para encantar o cliente.

O principal objetivo da linha de negócios da Sapore, voltada para o segmento da educação, por meio da marca DEZ, é oferecer ao ambiente escolar refeições nutritivas que colaborem com o desenvolvimento e a formação das crianças e adolescentes. O serviço é oferecido em várias  etapas da trajetória do aluno, desde o berçário até o Ensino Médio. Os cardápios são elaborados de forma a respeitar os hábitos, mas principalmente as etapas de crescimento de cada grupo.

Quer conhecer mais sobre o movimento capitalismo consciente?

A ACMinas, numa iniciativa do Conselho Empresarial da Mulher Empreendedora e do Conselho Empresarial de Recursos Humanos, vão realizar no dia 30 de outubro, à 8:30 h, na sede da entidade, a palestra “Capitalismo Consciente e o Espírito do Negócios”. No encontro, o palestrante Hugo Bethlem vai discutir o Capitalismo Consciente e seus efeitos para o retorno, engajamento e fidelidade.

Confirmação de presença: secretaria1@acminas.com.br ou 3048-9566 ramal 0721

Não perca!

 

 

COMPARTILHAR:

COMENTÁRIOS:

Deixe o seu comentário!