Mortalidade empresarial: 4 fatores que influenciam negativamente o desempenho do seu negócio

Uma em cada quatro empresas não sobrevive aos primeiros dois anos de funcionamento. E  esses indicadores de mortalidade têm um motivo. Hoje o blog ACMinas traz para você as principais razões que levam esses empreendimentos ao insucesso e mostra como superar as dificuldades.

Segundo a Pesquisa “Sobrevivência das Empresas no Brasil”, realizada pelo SEBRAE em 2016, a taxa, entre as as empresas com até dois anos de atividade, foi de 76,6%. Com o aperfeiçoamento do ambiente legal para o surgimento de novos empreendimentos, por meio de iniciativas como a Lei Geral, de 2006, o Simples Nacional, de 2007, e a instituição da  figura do Micro-Empreendedor Individual – o MEI, entre 2008 e 2009, houve um impulso para o crescimento do setor. No caso dos MEI houve, desde a sua implantação, 6 milhões de adesões ao sistema, aumentando em 64% o número de negócios e influenciando positivamente a taxa de sobrevivência do segmento.

Mas o que causa o fechamento de empresas?

A mortalidade das pequenas e médias empresa não são atribuídas a um único fator, mas sim a um conjunto de situações que as levam ao encerramento das atividades. As principais razões para isso são a falta de experiência no ramo; escassez de capital de giro, inexistência de um plano de negócio consistente e pouco – ou nenhum – conhecimento em gestão empresarial.

1 – Experiência no ramo

Muitas pessoas, ao decidirem empreender por necessidade, não têm o tempo adequado para aprender sobre o setor em que desejam atuar. A falta de conhecimento sobre o ramo escolhido e sobre suas dificuldades específicas são o maior fator de fragilidade. É fundamental, portanto, que o empreendedor saiba quais são  as adversidades específicas que podrão encontrar.

2 – Falta de Capital de Giro

A insuficiência de recursos para investir no negócio limita acentuadamente as possibilidades de sucesso. O capital de giro é uma reserva financeira que pode ser destinada ao pagamento de contas em um período de escassez ou a investimentos em melhorias nos serviços ou produtos oferecidos .

3 – Plano de Negócios

O Plano de Negócios descreve, por escrito, os objetivos de um negócio e os passos a serem dados para que esses objetivos sejam alcançados. Isto diminui os riscos e as incertezas, pois é uma ferramenta valiosa para o planejamento. Sem um bom planejamento, você está apostando no escuro.

4 – Gestão Empresarial

É o conjunto de ações e estratégias aplicadas em um negócio, utilizando seus recursos financeiros, estruturais e humanos. O sistema de uma organização é elaborado a partir das  diferentes partes que a compõem, e sempre com foco em crescimento e em resultados maiores e melhores. Ao contrário do que muitos pensam, o gestor não trabalha menos e nem toma decisões arbitrária. Gerir é pensar no todo, é planejar.

Como se pode  ver, a solução para reduzir a mortalidade empresarial no Brasil está numa palavra: Planejamento.

Já está empreendendo e identificou em seu negócios algumas destas dificuldades?

A Escola ACMinas de Negócios pode ajudar – e muito – no equacionamento dessas situações. O Programa ACMinas de Formação de Gestores,  um conjunto de atividades de treinamento e capacitação, mostra ao empreendedor como colocar seu foco em resultados. O princípio básico é capacitar gestores para ações visando à melhoria, desconectando-as da rotina do dia a dia.

 

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