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Selic é reduzida para 6,75% ao ano

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Por Leonardo Faria Lima
 
Nesta última quarta-feira, o Comitê de Política Monetária do Banco Central, Copom, decidiu reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual – de 7,00% para 6,75% ao ano (décimo primeiro corte consecutivo). Assim, a taxa alcançou o menor percentual da série histórica.
 
A contração da Selic para esse novo patamar, já era esperada pelo mercado financeiro desde o final de 2017.  Além disso, o mercado prevê que o novo percentual será mantido no decorrer de 2018.




O Banco Central está fazendo proveito do atual cenário inflacionário, para dar continuidade à política monetária expansionista iniciada no encerramento de 2016. A medida operacionalizada visa acelerar o crescimento da economia por meio da ampliação do mercado de crédito, e consequentemente do consumo e dos investimentos.
 
Em relação aos investimentos, o barateamento do crédito poderá facilitar ainda mais o desenvolvimento das empresas, especialmente, dos novos negócios surgidos no ápice da crise econômica. Assim, é esperado que a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) ou a Taxa de Investimento apresente um crescimento substancial nesse ano. O Banco Central estima uma alta de 3,0%.
 
Previsão 2019
 
De acordo com Relatório Focus, as principais instituições financeiras do país projetam que a Selic encerrará 2019 em 8,00% ao ano.
 
A eventual elevação da taxa será condizente com o desenvolvimento econômico previsto (evolução de 3,0%), pois, a aceleração da atividade econômica eleva a demanda doméstica, que gera pressão sobre o nível de preços, ou seja, catalisa a inflação.
 
É de senso comum, que a taxa Selic é o principal instrumento utilizado para realizar o controle inflacionário. Assim, caso haja uma alta sistemática dos preços, o Banco Central poderá se valer da Selic para reduzir o mercado creditício e, por conseguinte, a demanda doméstica (consumo e investimentos).
 
Outras considerações
 
É importante ressaltar que a taxa Selic baliza o comportamento das demais taxas de juros do mercado, contudo, as instituições financeiras irão efetivar a redução dos seus juros de forma gradativa.



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