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Evolução Emprego 2017 - Brasil e Minas Gerais

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Por Leonardo Faria Lima - Dep. Econômico ACMinas

Brasil
 
Segundo os dados estatísticos quantificados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), no ano de 2017 foram fechados 20.852 postos de trabalho no país. Este é o terceiro ano consecutivo de perdas de empregos com carteira assinada.
 
Contudo, o resultado foi o melhor dos últimos três anos, isto é, desde 2014 - período no qual foram criadas 391 mil vagas de trabalho. Assim, perante a contração do resultado negativo é cabível afirmar, que em 2017 ocorreu uma inversão do comportamento do mercado de trabalho, em outras palavras, ou seu reaquecimento. Além disso, é possível ter uma visão otimista em relação ao resultado a ser obtido no ano de 2018 – perspectivas de geração de novos postos de trabalho celetistas.




O Brasil findou o ano com um estoque de 38,29 milhões de empregos formais, menor quantia registrada desde 2011(38,25 milhões). Já no ano de 2016 obteve um estoque de 38,32 milhões.
 
Brasil – por nível setorial
 
Em 2017, cinco dos oitos setores analisados pelo CAGED apresentaram encerramento de postos de trabalhos. O destaque negativo ficou com a Construção Civil, o segmento apresentou a perda de 103.968 empregos formais, porém, o resultado negativo obteve um recuo de 71,01% ante 2016. Os setores do Comércio (40 mil), Agropecuária (37 mil) e Serviços (37 mil) criaram novas vagas.
 
É relevante pontuar, que em 2016, todas as atividades econômicas obtiverem fechamento de empregos com carteira assinada.








Minas Gerais
 
O Estado de Minas Gerais apresentou um comportamento distinto ao registrado em âmbito nacional, ou seja, Minas gerou 26.313 novos empregos celetistas após dois anos seguidos de perda de vagas. Os anos de 2015 e 2016 apresentaram um abrupto encerramento de postos de trabalhos, 197 mil e 118 mil respectivamente.
 



Minas Gerais – por nível setorial
 
Seis atividades econômicas criaram novas vagas no período – os destaques ficaram por conta dos Serviços com 15 mil postos de trabalho e do Comércio com 6 mil. Equivalente ao ocorrido no cenário nacional, o destaque negativo ficou com a Construção Civil que fechou 4.296 vagas, no entanto, o resultou negativo sofreu uma forte involução de 87,61% em relação a 2016.




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